A empresa que prometia 1% ao dia com criptomoedas deixou cerca de 40 mil pessoas no prejuízo. A investigação avançou, os responsáveis foram indiciados e bens foram apreendidos. Este é um espaço independente para você entender a situação, saber como buscar o seu direito e se conectar com outras pessoas afetadas.
Um resumo dos fatos, com base em fontes oficiais e na imprensa.
A Kriptacoin prometia render 1% ao dia sobre um token próprio, com resgate liberado apenas após um ano. Fez marketing agressivo — outdoors nas ruas, anúncios na internet e na TV, e fotos com cantores famosos para passar credibilidade.
Quando os resgates deixaram de sair, o esquema se revelou: um modelo de pirâmide que dependia da entrada de novos investidores. O prejuízo estimado passou de R$ 250 milhões.
A Polícia Civil deflagrou a operação, indiciou os responsáveis por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso, e apreendeu bens — incluindo carros de luxo.
Onde o caso está e o que isso significa para quem investiu.
A polícia apreendeu bens dos envolvidos — um sinal de que existem ativos que podem, no futuro, ser destinados a ressarcir as vítimas reconhecidas.
O ressarcimento não é automático. É preciso reunir as provas e buscar a reparação nas ações em curso — quem não se movimenta corre o risco de ficar de fora.
O passo que muita vítima ainda não deu.
Com a investigação avançada e bens apreendidos, há caminhos para buscar parte do que você investiu — mas eles dependem de você se movimentar e apresentar o seu crédito.
No grupo da comunidade a gente compartilha as atualizações, os prazos e as orientações — você não precisa fazer sozinho.
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Entrar no grupo do TelegramAs dúvidas mais comuns de quem investiu na Kriptacoin e quer entender o caso e os caminhos para reaver o dinheiro.
O ressarcimento não é automático. É preciso reunir os comprovantes (contratos, extratos, transferências e prints da plataforma), calcular o valor atualizado e habilitar o seu crédito nas ações judiciais em curso, dentro dos prazos. Como há bens apreendidos, existe a possibilidade de reaver parte do que foi investido.
As investigações apontam que a Kriptacoin operava como uma pirâmide financeira: prometia 1% ao dia e dependia da entrada de novos investidores para pagar os antigos. Os responsáveis foram indiciados pela Polícia Civil por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.
A Kriptacoin prometia render 1% ao dia sobre um token próprio, com resgate liberado apenas após um ano. Quando os resgates deixaram de sair, o esquema de pirâmide veio à tona e deixou cerca de 40 mil pessoas no prejuízo, estimado em mais de R$ 250 milhões.
Sim. Na Operação Patrik, a Polícia Civil indiciou os responsáveis por estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. Também foram apreendidos bens dos envolvidos, incluindo carros de luxo.
Há bens apreendidos que podem, no futuro, ser destinados a ressarcir as vítimas reconhecidas. Mas o ressarcimento não é automático: quem não reúne as provas e não habilita o seu crédito nas ações em curso corre o risco de ficar de fora. Por isso vale acompanhar os prazos e se movimentar.
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